Porto traz artes de artista paraense para a Casa do Seguro durante a COP30

Nesta segunda, a companhia recebeu convidados com brindes exclusivos na Casa do Seguro

Porto traz artes

Durante sua participação na COP30, a Porto marcou presença na Casa do Seguro com uma programação dedicada à adaptação climática, à gestão de riscos e ao papel estratégico do setor de seguros na transição para uma economia mais resiliente. Para celebrar o encontro, a companhia presenteou convidados e corretores parceiros com cartões postais ilustrados pelo artista paraense Igor Oliveira.

As ilustrações selecionadas carregam significados que dialogam com a identidade amazônica e reforçam a mensagem de cuidado da companhia. O artista desenvolveu duas obras especialmente para a ação — “Búfalo Encantado” e “Travessia” — acompanhadas de textos poéticos que ampliam o simbolismo presente em cada criação.

Igor Oliveira é artista visual de Belém do Pará. Atua e pesquisa de forma independente, explorando diversas técnicas, com especialização em stencil e spray. Há anos desenvolve experimentações sobre a aplicação de imagens em diferentes suportes — do papel, madeira, vidro e metal aos muros da cidade. Sua obra incorpora arquitetura e elementos do cotidiano e também se inspira na natureza, nos rios e nas florestas, compondo, de forma poética, universos imaginários que despertam sentimentos.

A ação integrou a programação do dia, conectando cultura, território e os debates apresentados pela companhia. “Participar da Casa do Seguro significa contribuir para a construção de jornadas que fortalecem a adaptação climática e ampliam a capacidade de atuação conjunta do setor. Os painéis de hoje foram muito importantes para aproximar os temas que estamos trabalhando com os corretores e com o público em geral. E, para complementar, as artes criadas pelo Igor trouxeram um pouco mais do nosso cuidado com Belém”, destaca Patrícia Coimbra, diretora de Gente e Cultura da Porto.

Conheça o significado de cada uma das obras:

Porto traz artes

Búfalo Encantado

Quando a noite cai sobre os campos do Marajó e a paisagem começa a mudar de tom, certas presenças parecem surgir do silêncio, como se viessem de um tempo suspenso, de outro mundo.

Um búfalo descansa, imenso e sereno sob a luz da lua. Sobre ele, uma criança encantada, de cabelos longos como rio, repousa o corpo no calor do animal.

A obra nasce do afeto: pelas paisagens do norte, pelas histórias contadas sob o céu aberto, pela delicadeza imensa que existe entre a força e o cuidado.

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Travessia
Entre o balanço das águas e o sopro do vento, nasce Travessia, uma homenagem à eterna relação do povo do Norte com os rios que moldam seus caminhos e silêncios.

O grafismo que envolve a imagem mistura o trançado da palha, as redes de pesca e os babados das redes de descanso, como se cada linha fosse memória, cada forma um fio de vida entrelaçado ao cotidiano ribeirinho.

“Travessia” não é apenas o ato de ir, é o gesto de permanecer em movimento, de resistir e seguir, mesmo quando o rio muda de curso.

FONTE: PROS

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